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Chegou-lhe o momento da dura provação e veio procurar-te, desconsolado.
Lembras-te? Para ele (o amigo que te dava conselhos "prudentes"...) o teu modo de viver não era senão uma utopia, fruto de ideias deformadas, de captação de vontades, e... outras "subtilezas" deste género.
"Essa entrega a Deus - sentenciava - é uma exacerbação anormal do sentimento religioso". E, com a sua pobre lógica, pensava que entre ti e a tua família se tinha interposto um estranho: Cristo.
Agora entendeu o que tantas vezes lhe repetias: Cristo nunca separa as almas!
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