Sulco > Prólogo do Autor > Cap 0
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Deixa-me, leitor amigo,

tomar comigo a tua alma

e fazer-te pensar em virtudes naturais do homem. É sobre a natureza que a graça actua...

Mas não te esqueças

de que as minhas considerações,

por muito humanas que te pareçam,

como as escrevi - e vivi -

para ti e para mim diante de Deus,

serão, por força, sacerdotais.

Oxalá estas páginas

sejam de tal proveito

(assim o peço a Nosso Senhor),

que nos melhorem,

e nos levem a deixar nesta vida,

com as nossas obras,

um sulco fecundo.


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